
Por Iara Avelino (Pascom)
A Paróquia Nossa Senhora da Glória viveu um momento de profunda espiritualidade e graça nos dias 25 e 26 de abril, com a acolhida das relíquias de São Padre Pio durante as Celebrações Eucarísticas dominicais.
A comunidade teve a oportunidade de estar diante de duas importantes relíquias de primeiro grau: uma luva e uma bandagem utilizadas por Padre Pio, objetos diretamente ligados às chagas que o santo carregou durante sua vida sacerdotal. Esses sinais visíveis de sua união com Cristo representam um testemunho concreto de fé, sofrimento e entrega total a Deus.

Na celebração do dia 25/04, as relíquias foram recebidas pelo pároco, Padre Helano Samy. Durante a acolhida, ele destacou a importância espiritual desse momento para a Paróquia, que tem em São Padre Pio um de seus padrinhos espirituais. As relíquias recordam aos fiéis que o corpo humano é templo do Espírito Santo e que a presença de Deus na vida de cada pessoa é real e transformadora.
As relíquias foram trazidas por Frei Abelardo Oliveira, reitor da Basílica da Penha, no Recife. A Basílica, sob sua gestão, tornou-se guardiã da luva de São Padre Pio, considerada uma das maiores relíquias do santo no Brasil.

Frei Abelardo convidou a comunidade a aprofundar sua fé a partir do testemunho de Padre Pio. Em sua fala, destacou que santos como Padre Pio são dons de Deus à humanidade, enviados para conduzir os homens à salvação. Ressaltou, ainda, que a veneração das relíquias não se trata apenas de um gesto externo, mas de um chamado à conversão, à perseverança na fé e ao amor autêntico a Jesus Cristo e à Igreja.

A vida e o testemunho de Padre Pio
Nascido em 1887, na Itália, São Padre Pio foi um sacerdote capuchinho conhecido por sua intensa vida de oração, direção espiritual e dedicação ao sacramento da confissão.
Sua trajetória ficou marcada pelas chagas de Cristo, que carregou por grande parte de sua vida, tornando-se um sinal vivo da paixão de Jesus. Padre Pio também foi reconhecido por sua capacidade de aconselhamento espiritual e por conduzir milhares de fiéis a uma vida mais próxima de Deus.
Faleceu em 1968 e foi canonizado por Papa João Paulo II, sendo hoje um dos santos mais amados da Igreja Católica.
Texto: Iara Avelino | Edição: Patrícia Guabiraba (Pascom)
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